Sobre o jogo
Capturas de tela
Bastidores & Curiosidades
O desenvolvimento foi conduzido pela Monolith Corp. sob a égide da Takara, que detinha os direitos de conversão para consoles domésticos. O desafio técnico central foi adaptar um jogo que utilizava a vasta memória RAM e a capacidade de escala de hardware do Neo Geo para o sistema de 16 bits da Nintendo. A equipe optou por manter a totalidade do elenco de personagens (incluindo o grande sprite de Earthquake), o que exigiu sacrifícios na fidelidade visual e na fluidez das animações.
Contexto Brasileiro
Não há registros de um lançamento oficial do cartucho de Samurai Shodown para Super Nintendo pela Playtronic (representante da Nintendo no Brasil na época). O título circulou no mercado brasileiro majoritariamente via importação, tornando-se um item de nicho em locadoras que possuíam cartuchos importados, visto que o mercado local de 16 bits era dominado por títulos de maior apelo comercial distribuídos oficialmente.
Fatos & Legado
- Censura
- A versão de SNES foi submetida às políticas de censura da Nintendo da época, resultando na remoção de sangue e das animações de morte/decapitação presentes na versão arcade. Os personagens derrotados apenas se ajoelham ao final da luta.
- Áudio
- O jogo destaca-se pelo suporte a Dolby Surround, sendo um dos poucos títulos da biblioteca do SNES a implementar essa funcionalidade, o que permitiu uma reprodução sonora superior à versão de Mega Drive/Genesis.
- Diferenças Regionais
- Ao contrário das versões de 16 bits da Sega, que omitiram o personagem Earthquake, a versão de SNES manteve o elenco completo do arcade.
Dicas & Segredos
- Jogar com Amakusa
- Na tela do logotipo da Takara, pressione A, Y, X, B. Se executado corretamente, um som de teletransporte será emitido. No menu de seleção de personagens, mantenha pressionados L e R simultaneamente para selecionar Amakusa (disponível apenas nos modos Versus e Countdown).