Sobre o jogo
Capturas de tela
Bastidores & Curiosidades
O jogo foi desenvolvido pela Digital Illusions (DICE), grupo com raízes na demoscene europeia, o que explica a alta qualidade técnica da simulação física e do áudio (baseado em arquivos de módulo). A versão de SNES foi tratada pela Spidersoft. Um fato notável é que, devido ao respeito da comunidade da demoscene pelo trabalho da DICE, houve um pacto inicial entre grupos de pirataria para não distribuir o jogo, embora este tenha sido eventualmente quebrado.
Contexto Brasileiro
Não houve lançamento oficial do cartucho de Pinball Dreams no Brasil por parte de empresas como a Playtronic. O título circulou no mercado nacional majoritariamente via importação paralela, sendo um jogo de nicho nas locadoras, apreciado por entusiastas de simulações técnicas, mas sem o apelo de massa de títulos de franquias estabelecidas.
Fatos & Legado
- Censura
- A versão de SNES sofreu alterações em relação ao original de Amiga para cumprir as diretrizes da Nintendo of America. Na mesa "Nightmare", o sangue sob o para-choque (bumper) foi alterado de vermelho para azul, e lápides em formato de cruz foram removidas ou modificadas.
- Diferenças Regionais
- O jogo foi lançado no Japão sob o título Pinball Pinball.
- Conteúdo
- O port é considerado um dos mais precisos da época, mantendo a trilha sonora original quase intacta, com apenas pequenas variações em amostras de áudio.
Dicas & Segredos
- Bang Back
- Embora seja uma manobra banida em torneios reais de pinball, é possível realizar o "Bang Back" no jogo. Ao segurar o botão do flipper correspondente enquanto a bola desce pela canaleta lateral (outlane) e aplicar um comando de "nudge" (sacudida) no momento preciso, o jogador pode forçar a bola a ricochetear de volta para a mesa.
- Nudge (Sacudida)
- O jogo permite o uso de nudge para influenciar a trajetória da bola. Contudo, o uso excessivo resultará em tilt, travando os flippers temporariamente. O sistema é notavelmente mais tolerante do que em máquinas de pinball reais.