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Race Drivin'
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Super Nintendo Race Drivin'

Race Drivin'

Super Nintendo 1992 Corrida, Simulação Pesquisado por IA

Race Drivin' é uma conversão para consoles domésticos do título de arcade homônimo da Atari (1990), sucessor de Hard Drivin'. O jogo utiliza renderização de gráficos poligonais 3D em tempo real, uma tentativa ambiciosa de replicar a física de condução e o ambiente tridimensional do arcade no hardware do Super Ninten...

Sobre o jogo

*Race Drivin'* é uma conversão para consoles domésticos do título de arcade homônimo da Atari (1990), sucessor de *Hard Drivin'*. O jogo utiliza renderização de gráficos poligonais 3D em tempo real, uma tentativa ambiciosa de replicar a física de condução e o ambiente tridimensional do arcade no hardware do Super Nintendo. O título foca na simulação de direção, oferecendo três pistas (Original, Autocross e Super Stunt) e três veículos com características distintas. Tecnicamente, o jogo sofre com limitações severas de processamento do console original, resultando em uma taxa de quadros (frame rate) extremamente baixa e latência nos comandos.

Capturas de tela

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Bastidores & Curiosidades

O desenvolvimento foi conduzido pela Imagineering Inc. como uma tentativa de levar a experiência de simulação 3D da Atari para o mercado doméstico de 16 bits. Diferente de títulos posteriores que utilizaram chips de aprimoramento (como o Super FX), Race Drivin' no Super Nintendo foi programado para rodar no hardware padrão do console, o que impôs restrições severas à complexidade geométrica e à fluidez da animação. O jogo é frequentemente citado em estudos de retrogaming como um exemplo das dificuldades técnicas enfrentadas pelos desenvolvedores ao tentar processar ambientes poligonais complexos na CPU do Super Nintendo sem auxílio de coprocessadores dedicados.

Contexto Brasileiro

Não houve lançamento oficial do cartucho de Race Drivin' pela Playtronic (representante oficial da Nintendo no Brasil na época). O título circulou no mercado brasileiro majoritariamente via importação paralela, não possuindo tradução oficial ou manuais em português. Não se consolidou como um fenômeno cultural nas locadoras brasileiras, sendo superado em popularidade e desempenho técnico por outros títulos de corrida da biblioteca do sistema.

Fatos & Legado

Limitações Técnicas
O jogo opera sem chips de aceleração (como o DSP ou Super FX), forçando a CPU do Super Nintendo a realizar todos os cálculos geométricos 3D, o que resulta em um desempenho que frequentemente cai abaixo de 5-10 quadros por segundo.
Modificações da Comunidade
Em anos recentes, desenvolvedores da cena homebrew (notadamente Vitor Vilela) criaram patches de modificação que utilizam o chip SA-1 para otimizar o código do jogo, permitindo que ele rode a 30 quadros por segundo, demonstrando que a limitação era puramente de processamento de software e hardware original.
Diferenças Regionais
As versões NTSC (EUA) e PAL (Europa) possuem diferenças de código de região (CIC), mas a experiência de jogo permanece tecnicamente idêntica em termos de performance e conteúdo.

Dicas & Segredos

Desbloqueio de Carros
Para desbloquear veículos adicionais, o jogador deve qualificar-se para a "Championship Lap" estabelecendo um tempo rápido na pista escolhida. Ao vencer a corrida contra o oponente (o "carro fantasma"), novos veículos tornam-se disponíveis: American Star: Vencer na pista Original ou Rainbow Road. Formula Star: Vencer na pista Super Stunt ou Old Sun Dawn. Frog Star: Vencer na pista Auto Cross ou Windy Forest.

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