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Gemfire
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Super Nintendo Gemfire

Gemfire

Super Nintendo 1992 Estratégia, Turn-Based Strategy Pesquisado por IA

Gemfire é um título de estratégia por turnos que se posiciona na biblioteca do Super Nintendo como uma transição entre a complexidade dos simuladores de PC da Koei e a acessibilidade exigida pelo mercado de consoles domésticos. O jogo utiliza uma estrutura de gerenciamento de recursos (alimentos, ouro, exércitos) co...

Sobre o jogo

*Gemfire* é um título de estratégia por turnos que se posiciona na biblioteca do Super Nintendo como uma transição entre a complexidade dos simuladores de PC da Koei e a acessibilidade exigida pelo mercado de consoles domésticos. O jogo utiliza uma estrutura de gerenciamento de recursos (alimentos, ouro, exércitos) combinada com um sistema de combate tático em grade. O objetivo central é a unificação da ilha fictícia de Ishmeria, controlando uma das famílias nobres e recuperando as seis joias mágicas que compõem a coroa "Gemfire", anteriormente dispersas pelo Rei Eselred. Tecnicamente, o jogo se destaca por simplificar a interface de menus em comparação com outros títulos da Koei da época, como *Romance of the Three Kingdoms II*, tornando a gestão de províncias e o recrutamento de unidades mais intuitivos para o hardware de 16 bits.

Capturas de tela

Screenshot

Bastidores & Curiosidades

Contexto
O jogo foi desenvolvido como parte da estratégia da Koei de expandir seu catálogo de simulação histórica e fantasia para o mercado de consoles, adaptando mecânicas de seus títulos de PC (como a série Royal Blood no Japão) para o Super Nintendo e Sega Genesis.
Figuras Chave
A trilha sonora foi composta por Masumi Nitta e Yoshiyuki Ito, creditados sob o pseudônimo "midori". O design foi supervisionado por Kou Shibusawa, figura central na Koei e responsável pela direção de quase todos os títulos de estratégia da empresa na era 16-bit.

Contexto Brasileiro

Lançamento
Não houve lançamento oficial do cartucho para o Super Nintendo no Brasil através de parcerias como a Playtronic. O título circulou no mercado brasileiro majoritariamente via importação, sendo um jogo de nicho restrito a entusiastas de estratégia. Não há registro de tradução oficial para o português.

Fatos & Legado

Aspectos Técnicos
O jogo utiliza uma interface baseada em menus estáticos e mapas de províncias, com transições para telas de batalha tática. Não faz uso de chips de expansão (como DSP ou SA-1), dependendo inteiramente do processamento nativo do console.
Diferenças Regionais
A versão japonesa, intitulada Super Royal Blood, é essencialmente idêntica em mecânicas à versão ocidental, com as alterações limitando-se à localização de texto e ajustes na interface para acomodar o alfabeto latino.

Dicas & Segredos

Gestão de Lealdade
Para maximizar a arrecadação de impostos, é recomendável investir recursos em "Cultivação" e "Proteção" logo no início do jogo. Distribuir alimentos aos camponeses aumenta o nível de confiança (lealdade) da província, o que pode desencadear eventos aleatórios positivos e garantir uma base econômica mais estável.
Combate de Dragões
Em batalhas, a unidade de "Wyvern" é estatisticamente a mais eficiente para enfrentar unidades de Dragão, causando dano superior e permitindo uma vitória mais rápida com menor perda de tropas.
Recrutamento
Ao capturar um vassalo inimigo após uma batalha, a opção de vendê-lo de volta ao seu líder original é uma estratégia viável para acumular ouro rapidamente, caso o recrutamento do vassalo para a sua própria causa falhe.

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