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Dirt Racer
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Super Nintendo Dirt Racer

Dirt Racer

Super Nintendo 1995 Corrida, Simulação Pesquisado por IA

Dirt Racer é um título de corrida off-road que utiliza o coprocessador Super FX (GSU-1) para a renderização de ambientes e veículos poligonais. O jogo posiciona-se na cronologia do Super Nintendo como uma tentativa de capitalizar sobre a tecnologia de gráficos 3D iniciada por Star Fox e Stunt Race FX. A jogabilidade...

Sobre o jogo

*Dirt Racer* é um título de corrida off-road que utiliza o coprocessador Super FX (GSU-1) para a renderização de ambientes e veículos poligonais. O jogo posiciona-se na cronologia do Super Nintendo como uma tentativa de capitalizar sobre a tecnologia de gráficos 3D iniciada por *Star Fox* e *Stunt Race FX*. A jogabilidade foca em competições de rali um-contra-um, onde o jogador deve navegar por pistas em diferentes terrenos (Inglaterra, Austrália e Alasca). O desempenho técnico é caracterizado por baixa taxa de quadros (frame rate) e problemas de detecção de colisão, resultando em uma experiência de condução frequentemente descrita como instável.

Capturas de tela

Screenshot

Bastidores & Curiosidades

O desenvolvimento de Dirt Racer iniciou-se em setembro de 1993, após a equipe da MotiveTime realizar uma análise técnica do cartucho de Star Fox. A equipe utilizou uma iteração atualizada do chip Super FX, alegando capacidade para processar o dobro de polígonos em relação ao título da Nintendo. O jogo foi desenvolvido simultaneamente com PowerSlide (título cancelado da Elite Systems). A gestão da Elite Systems, sob Trevor Williams, implementou um sistema de geração de pistas baseado em uma "malha quadrada" (square mesh) que permitia a variação de elevação do terreno. O jogo sofreu com cortes de complexidade visual durante o desenvolvimento, resultando no uso de sprites para as rodas dos veículos, similar a Stunt Race FX.

Contexto Brasileiro

Não houve lançamento oficial de Dirt Racer no Brasil por parte da Playtronic ou Gradiente. O título permaneceu restrito ao mercado europeu (PAL), não possuindo tradução oficial para o português ou distribuição em locadoras brasileiras como um título de catálogo.

Fatos & Legado

Hardware
Utiliza o chip Super FX (GSU-1), o que o torna um dos poucos títulos de terceiros a empregar esta tecnologia de aceleração gráfica no Super Nintendo.
Regionalismo
O jogo é um dos raros casos de exclusividade regional para a Europa (PAL), nunca tendo sido lançado oficialmente nos territórios NTSC (Japão ou América do Norte).
Interface
O jogo não utiliza indicadores numéricos convencionais para a posição na corrida; o desempenho do jogador é monitorado por um ícone de "smiley face" que altera a expressão conforme o progresso na prova.
Limitações
O título carece de funcionalidade de salvamento (save), dependendo inteiramente de um sistema de senhas (passwords) para o progresso entre as copas.

Dicas & Segredos

Senhas de Copa (Cup Mode)
Australia Bowl: KOALAROO Alaskan Vase: FROSBYTE

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